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	<title>A. Gravem</title>
	<link>http://www.gravem.net</link>
	<description>O estranho mundo de Alexandre Gravem</description>
	<pubDate>Mon, 24 Sep 2007 18:20:40 +0000</pubDate>
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		<title>Punta del Diablo</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Sep 2007 18:20:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Gravem</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[review]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de muito tempo sem escrever volto com mais um review de pizzaria, dessa vez uma pizzaria uruguaia! E, para variar, quem descobriu foi a Gabi.
O lugar tem o nome sugestivo de &#8220;Punta del Diablo&#8221;. A primeira impressão é de uma pizzaria satanista (pizzas de enxofre?). Mas descobri que Punta del Diablo é uma sossegada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de muito tempo sem escrever volto com mais um review de pizzaria, dessa vez uma pizzaria uruguaia! E, para variar, quem descobriu foi a Gabi.</p>
<p>O lugar tem o nome sugestivo de &#8220;Punta del Diablo&#8221;. A primeira impressão é de uma pizzaria satanista (pizzas de enxofre?). Mas descobri que Punta del Diablo é uma sossegada praia de pescadores no distrito de Rocha no Uruguai. O local também tem uma história interessante: antes de se tornar uma pizzaria satanista de pescadores uruguaios era uma lar geriátrico!</p>
<p>O acesso é bem fácil, já que fica na Av. Protásio Alves, bem perto do Barranco. Acho que tem outra pizzaria ali perto, mas nunca me animei em conhecer. A reforma transformou uma casa de repouso para velinhos sem graça em uma casa com um visual moderno e cores bem vivas. A noite luzes coloridas apontando para a casa tornam difícil à quem passa de carro não reparar no restaurante.</p>
<p>O terreno é bem arborizado, e utilizaram essa característica muito bem. Logo na entrada tem um deck que é utilizado durante o dia. Como fomos a noite as cadeiras e mesas estavam empilhados e um recepcionista estava nesta área. Esse recepcionista parecia o próprio Cérbero guardando o Hades. O cara é um negão de pelo menos 1,90m, careca, voz grave e vestindo uma roupa estilo Matrix. Mas apesar do aspecto assustador o cara foi muito educado e gentil nos informando tudo que perguntamos sobre o lugar. Só não soube dizer a faixa de preço das pizzas e pediu que entrassemos e perguntassemos ao garçom.</p>
<p>Quando entramos havia outra recepcioista, dessa vez uma mulher, que foi também muito simpática. Ela nos trouxe um cardápio e demos uma olhada nos preços. Não achamos nada extravagante e decidimos experimentar a pizza. Vendo nosso interesse pelo lugar a recepcionista perguntou se antes de sentar não gostariamos de conhecer a casa e chamou um garçou para nos guiar.</p>
<p>Eu já estava achando tudo muito bom antes do passeio pela pizzaria, mas vendo os planos dos caras para o verão e o que ainda está sendo feito fiquei realmente surpreso. Além do deck na entrada, eles tem um terraço que estão preparando para ser usado durante o verão com 8 mesas na rua. O piso superior ainda tem a ala de fumantes, uma adega que está sendo preparada pela Miolo e uma sala reservada para ser futuramente uma charutaria. Os planos para charutaria parecem interessantes: paredes de vidro, um notebooks por mesa, além é claro de charutos e bebidas de alta qualidade.</p>
<p>No térreo existem vários ambientes para não fumantes. Não contei, mas acho que são pelo menos 4 ambientes diferentes. Escolhemos o jardim de inverno que pareceu ser muito aconchegante. A luz mais baixa e as mesas altas. O jardim em si ainda parece estar sendo montado, mas já estava agradável o suficiente. Os outros ambientes do térreo são mais coloridos e não muito temáticos.</p>
<p>Bueno, e sentando chegou a hora de escolher a pizza. Eles trabalham com dois tamanhos de pizza: a pequena com 4 pedaços e a grande com 8. Pedimos uma grande com dois sabores: Palmito e Napolitana. E bebemos Coca-cola!!! A pizza uruguaia ao invés de ser redonda e fatiada como as pizzas tradicionais, são retangulares e cortadas em retângulos menores. O gosto é muito bom e o molho de tomate urugaio usado nas pizzas é bem diferente do que estamos acostumados.</p>
<p>Embora a comida seja boa, para uma boa refeição uma pizza só não bastaria. Então o preço que de início não me pareceu extravagante começou a ficar salgado. No final das contas, comemos uma pizza grande, dois alfajores e bebemos algumas latinhas de coca. A conta ficou em R$38,00. Não é um absurdo, mas se fossemos sair completamente satisfeitos teriamos pagado o dobro. É mais um lugar legal para se sair e conversar comendo pizza do que um lugar onde se vai com o intuito de jantar.</p>
<p>Eu diria que pelas características seria um lugar muito bom para um primeiro encontro, mas tem um detalhe que me incomodou um pouco (juro, só um pouco). O atendimento é bom demais, e o garçom está sempre por perto e antes que tu percebas que precisa dele ele já está perguntando se pode servir mais um pedaço de pizza, enchendo o copo ou trazendo mais bebida. Isso pode constranger um casal que queira mais privacidade para conversar.</p>
<p>Resumindo, a pizzaria é muito boa. Boa comida, explendido atendimento, bom ambiente. Recomendo tanto para jantar (romântico, em que tu não come muito para causar boa impressão) quanto para um happy hour.</p>
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		<title>Google e OSS</title>
		<link>http://www.gravem.net/all/google-e-oss</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Aug 2007 14:41:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Gravem</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[google]]></category>

		<category><![CDATA[opensource]]></category>

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		<description><![CDATA[A recente discussão entre o Chris DiBona (Google) e Bill Hilf (Microsoft) na mailing list da OSI sobre a aceitação das licensas Shared Source da MS como compativeis com a OSI e portanto passíveis de serem chamadas licensas de código aberto tem dispertado comentários na blogsfera OSS. 
A argumentação do Google é pobre na minha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A recente discussão entre o Chris DiBona (Google) e Bill Hilf (Microsoft) na mailing list da <acronym title="Open Source Iniciative">OSI</acronym> sobre a aceitação das licensas Shared Source da MS como compativeis com a <acronym title="Open Source Iniciative">OSI</acronym> e portanto passíveis de serem chamadas licensas de código aberto tem dispertado comentários na blogsfera <acronym title="Open Source Software">OSS</acronym>. </p>
<p>A argumentação do Google é pobre na minha opinião. Eles praticamente dizem que a Microsoft é o demônio e que aceitar suas licensas como Open Source seria como um pacto com o capeta. Embora a argumentação seja fraca, o ponto de vista por trás dela merece atenção. Porque a Microsoft decide parar com a campanha &#8220;Get the facts&#8221;, faz aliança com várias distribuições e agora submete suas licensas à OSI? Ninguém pode ser ingênuo de imaginar que eles aderiram à filosofia de &#8220;se não pode vencê-los, junte-se a eles&#8221;. A MS não tem nenhum software sério licenciado sobre Shared Source (em geral são exemplos de códigos de plataformas proprietárias da empresa), mas o rótulo de ser uma empresa homolagada pela OSI cai muito bem na nova estratégia de se fazer passar por amigável ao movimento OSS. Não que eu veja a MS como &#8220;o inimigo&#8221;, mas se quer ser amigável ao movimento, um bom começo pode ser parar de querer impor seus próprios padrões (OOXML, Internet Explorer, Shared Source, &#8230;) e adotar padrões abertos existentes. No caso específico desta licensa, ela é muito semelhante à BSD2.0, então a MS poderia licenciar seus exemplos de código sobre uma licensa permissiva já existente (BSD2, MIT, Apache2,&#8230;) sem problemas ao invés de tentar empurrar suas licensas para dentro da OSI.</p>
<p>Bom, a argumentação fraca do DiBona abriu espaço para o Hilf questionar a atitude do Google em relação ao Open Source. Muitos acusam o Google de se escondar atrás do seu modelo de serviço de <acronym title="Software as a Service">SaaS</acronym> (em português, Software como um Serviço) para não devolver suas contribuições para a comunidade. Assim tiram proveito e modificam projetos como Apache, MySQL e o próprio kernel do Linux para usar como base para seus programas. Como eles não distribuem estas versões modificadas não caem em nenhuma clausula das licensas que obrigam retornar o código para a comunidade. Ainda assim, vejo o Google como uma empresa bastante amigável ao movimento Open Source.</p>
<p>Por exemplo, eu não vejo onde o Google perderia alguma coisa se tivesse lançado o GTalk como um programa de código aberto. Mas mesmo não fazendo isso ele chamou o criador do Gaim para ser o gerente do projeto, o que acarretou na adoção do XMMP/Jabber como protocolo para o comunicador. O Google foi para a lista de discussão do Jabber e solicitou modificações, enviou patches, criou extensões para comunicação por voz (jingle) e embora o cliente do google só rode em windows o fato de ter adotado padrões abertos fez o GTalk <strong>imediatamente</strong> compatível com muitos clientes em todas as plataformas. Ok, nem todos clientes implementaram comunicação por voz, mas qualquer cliente jabber existente pode sem modificações trocar mensagens de texto.</p>
<p>Outra atitude muito amigável em relação ao mundo Open Source é o Google Summer of Code (SoC). Nesse programa, estudantes de informática são pagos nas férias para trabalhar em projetos de código aberto. Isso não apenas coloca mão-de-obra qualificada trabalhando <em>full time</em> em projetos Open Source como também fortalece os laços destes projetos com a academia.</p>
<p>Resumindo, a Microsoft está se aproximando para <em>enrabar</em> o movimento Open Source. Enquato isso o Google faz uso de uma brecha (que muitos considerariam uma falha) da licensa para seu benefício. Uma coisa que ninguém parece perceber é que toda empresa que usa uma solução de código aberto faz isso porque é proveitoso de alguma maneira (só o Stallman e a FSF estão preocupados com os aspectos morais) o que diferencia as duas empresas em questão é que enquanto a Microsoft precisa enfraquecer os projetos Open Source para tirar proveito deles o Google precisa fortalecê-los. </p>
<p><strong>UPDATE:</strong> O Google acaba de lançar um software licensiado sob GPLv2 chamado <a href="http://www.linuxmagazine.com.br/ganeti">Ganeti</a>.</p>
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		<title>Sollo Pizzaria</title>
		<link>http://www.gravem.net/all/sollo-pizzaria</link>
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		<pubDate>Mon, 27 Aug 2007 04:58:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Gravem</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[porto alegre]]></category>

		<category><![CDATA[pizzaria]]></category>

		<category><![CDATA[review]]></category>

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		<description><![CDATA[
No caminho para a escola em que a Gabi dá aulas ela passa por uma pizzaria que achou bastante simpática. Semana passada resolvemos jantar lá para ver como era. Fomos a Gabi, o Tux e eu.
A pizzaria se chama Sollo Pizzas e fica na Av. do Forte, 915.
O lugar é realmente simpático. A impressão ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src='http://www.gravem.net/wp-content/uploads/2007/08/final.JPG' alt='Tux na pizzaria Sollo' /></p>
<p>No caminho para a escola em que a Gabi dá aulas ela passa por uma pizzaria que achou bastante simpática. Semana passada resolvemos jantar lá para ver como era. Fomos a Gabi, o Tux e eu.</p>
<p>A pizzaria se chama <a href="http://www.sollopizzaria.com.br">Sollo Pizzas</a> e fica na <a href='http://maps.google.com/maps?f=q&#038;hl=pt&#038;&#038;sll=62.558226,9.083539&#038;sspn=0.170244,0.662613&#038;z=16'>Av. do Forte, 915</a>.</p>
<p>O lugar é realmente simpático. A impressão ao entrar é a de ser transportado para uma cantina italiana na serra gaúcha. A decoração é bem caprichada e tem muitos objetos interioranos e antigos como bules e ferros de passar roupas a brasa. <img class='right' src='http://www.gravem.net/wp-content/uploads/2007/08/objetos.JPG' alt='Bules antigos' />Tudo muito bem harmonizado, deixa um ambiente bastante aconchegante para se comer. A música ambiente é que estragou um pouco esse ambiente. Primeiro porque para música ambiente estava mais alta do que deveria, segundo porque a seleção poderia ser alguma coisa mais &#8220;música de elevador&#8221; ao invés de banda de axé, ou mesmo sem música nenhuma!</p>
<p>Não demoraram muito pra nos atender, quase nada pra falar a verdade, mas não havia ninguém a porta quando chegamos e tivemos que nos virar sózinhos para escolher a mesa. Isso não foi nenhum problema, o problema foi a falta de boa vontade da atendente quando chegou.</p>
<p>O rodízio custa <strong>R$12,90</strong> por cabeça, o que é um bom preço levando em conta a qualidade da pizza, mas em compensação a latinha de refri (sim, meu público é gaúcho então posso escrever refri) custa <strong style='color:red'>R$2,50</strong> que é um absurdo!!</p>
<p>A pizza é bem boa. Mas alguns sabores não entram no rodízio a não ser que sejam solicitados. Isso não nos foi dito na entrada e só descobrimos quando já estavamos nas pizzas doces e um grupo de amigos do dono sentou-se na mesa ao lado da nossa e logo começaram a passar sabores como tomates secos e mafiosa. Por falar nas pizzas doces, a de chocolate é maravilhosa!</p>
<p>O atendimento foi na verdade o grande defeito do lugar. Antes de ir até lá, nos informamos de que a pizzaria ficava aberta até as 23h. Mas na quarta-feira, quando fomos, o movimento estava bem fraco e às 22h só tinhamos nós na pizzaria. A Gabi queria uma última fatia de chocolate, mas eu estava constrangido de pedir porque já fazia algum tempo que as pizzas não passavam mais e cada vez que eu solicitava um sabor que queriamos comer a garçonete revirava os olhos e dizia: &#8220;Vou ver se ainda tem um pedaço para requentar, agora já não estão mais fazendo pizzas!&#8221;. Eu entendo que sendo apenas nós não faria sentido que continuassem fazendo pizza para passar no rodízio, mas outras pizzarias tem uma saída bastante civilizada para isso que é pedir para que os clientes escolham 2 ou 3 sabores que queiram e trazem uma pizza pequena preparada com estes sabores. Afinal de contas o ônus de ter um rodízio é do dono do negócio e não deve ser repassado para o cliente com tanta descortesia.</p>
<p>Não vou dar nota para o restaurante, mas como uma avaliação final posso dizer que o ambiente é muito bom (com a ressalva que fiz sobre a música), a pizza é bastante boa (não deixa a desejar pra nenhuma Fratello Solle) embora o tempo entre uma pizza e outra tenha sido exagerado diversas vezes ao ponto de nos irritarmos com a demora e por final o atendimento foi terrível (fazendo agente se questionar se deve voltar ou não). Por tudo isso eu recomendo com certeza que peçam a tele-entrega se estiverem na área de cobertura. Não sei se o problema de atendimento foi só comigo, mas seria o único impecílio que eu teria de voltar lá, então quem estiver disposto pode tentar a sorte e depois me dizer como foi.</p>
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		<title>Google se junta aos rebeldes contra o Império</title>
		<link>http://www.gravem.net/all/google-se-junta-aos-rebeldes-contra-o-imperio</link>
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		<pubDate>Sun, 12 Aug 2007 02:50:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Gravem</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[google]]></category>

		<category><![CDATA[opensource]]></category>

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		<description><![CDATA[
O Google agora faz parte da OIN . Isso quer dizer que o Google se dispõe a não processar nenhum dos projetos protegidos pela rede. Além disso, ele coloca suas patentes a disposição da OIN para lutas judiciais contra empresas que tentem processar os projetos protegidos.
A rede foi criada em 2005 pela IBM, Novell, Phillips, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src='http://www.gravem.net/wp-content/uploads/2007/08/darthvista.jpg' alt='Darth Vader likes Vista'  style='float:right'/></p>
<p>O Google agora faz parte da <accronym title="Open Inovation Network">OIN</accronym> . Isso quer dizer que o Google se dispõe a não processar nenhum dos projetos protegidos pela rede. Além disso, ele coloca suas patentes a disposição da <accronym title="Open Inovation Network">OIN</accronym> para lutas judiciais contra empresas que tentem processar os projetos protegidos.</p>
<p>A rede foi criada em 2005 pela IBM, Novell, Phillips, Red Hat e Sony. No início desse ano a Oracle também entrou para o portifólio de participantes, promentendo não processar nem os competidores MySQL e PostgreSQL.</p>
<p>O admirável no caso do Google é que ele se posicionou não só contra a Microsoft que vem ameaçando processar softwares opensource como o Linux e o OpenOffice, mas que se posicionou, acima disso, contra o modelo proprietário. E é maravilhoso ver que os maiores adversários da Microsoft, como Google e Apple, estão atacando não a instituição mas o modelo que ela criou. A Apple não diz apenas que o Safari é melhor que o IE, o Safari é melhor e é <strong>Open Source</strong>!</p>
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		<title>Fim do Firefox?</title>
		<link>http://www.gravem.net/all/fim-do-firefox</link>
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		<pubDate>Sat, 11 Aug 2007 05:28:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Gravem</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[opensource]]></category>

		<category><![CDATA[Inutilia]]></category>

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		<description><![CDATA[Lembro quando eu descobri o Firefox, ainda na versão 0.9, e imaginei que o IE estava com os dias contados. Eu ainda estava ressentido já que usava Netscape no final dos ano 90 e vi o monstro IE tomando o lugar do meu navegador favorito.
O resumo do que aconteceu foi que a medida que a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lembro quando eu descobri o Firefox, ainda na versão 0.9, e imaginei que o IE estava com os dias contados. Eu ainda estava ressentido já que usava Netscape no final dos ano 90 e vi o monstro IE tomando o lugar do meu navegador favorito.</p>
<p>O resumo do que aconteceu foi que a medida que a internet se popularizava o IE ia se tornando o padrão do mercado. Até a versão 4 o Netscape ainda fazia uma certa concorrencia, mas já na versão 5 não aguentou mais e abriu o código fonte, criando a Fundação Mozilla.</p>
<p>O Firefox até que se deu bem, <a href="http://w3schools.com/browsers/browsers_stats.asp">hoje tem 34% dos usuários</a> e botou medo na Microsoft, tanto que o lançamento do IE7 foi atrasado diversas vezes e o navegador acabou saindo muito melhor do que o planejado (não dúvido que tenha código da Mozilla no IE7, nem a cor do bloqueio de popup mudaram!!).</p>
<p>Acontece que duas notícias perturbadoras me fazem tender a crer que o IE se deu bem de novo. A primeira dessas notícias foi que o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Webkit">Webkit</a> decidiu entrar na concorrência. A Apple lançou uma versão do < href="http://www.apple.com/safari/">Safari para Windows e o projeto KDE anunciou que vai substituir a atual engine do Konqueror pelo Webkit, ainda no linux o Epiphany está se preparando para trocar a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gecko_%28Mozilla%29">Gecko</a> (Firefox) pelo Webkit. Isso significa que nas 3 principais plataformas o Firefox vai ter concorrencia de outro navegador, que pelo menos tem uma engine de código aberto, mas é pior que isso, no Windows, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=_49228cgYRM">El Jobso garantiu que vai eliminar o Firefox</a>!!! Isso mesmo, ele não ameaçou o IE que é o lider do mercado, mas sim o Firefox que não chega na metade da base de usuários. Isso faz sentido, já que seria muito difícil tirar usuários do IE já que a maioria deles nem sabe que a Apple existe, muito menos que tem um navegador chamado Safari, mas não é gosto de ver esses 34% se dividindo sem ameaçar o IE.</p>
<p>A segunda notícia é ainda pior. A Mozilla Fundation liberou uma pesquisa que afirma que só 25% das pessoas que baixam o Firefox migram definitivamente. Ou seja, não é porque não conhecem, parece que as pessoas não estão gostando do Firefox. Alguns dados ainda mostram que o Firefox teve mais vulnerabilidades descobertas em 2006 do que o IE, e isso é péssimo para o marketing que foi feito baseado em segurança.</p>
<p>De minha parte o panda vermelho (sim, por incrível que pareça Firefox é uma raça de <a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/f/fe/Ailurus_fulgens_RoterPanda_LesserPanda.jpg">urso panda</a> e não um raposa!) é uma boa ferramenta de desenvolvimento, mas no Windows o Safari é minha opção de navegador. No linux ainda fico vagando entre o Konqueror e o Opera, mas de qualquer maneira o Firefox pra mim está como a ultima opção de navegador e só continua sendo meu navegador de desenvolvimento graças a diversas extensões que facilitam muito minha vida.</p>
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		<title>Musashi</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Aug 2007 05:55:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Gravem</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[literatura]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje eu terminei de ler o primeiro volume (921 páginas) do livro Musashi de Eiji Yoshikawa. Embora tenha uma série de restrições sobre o livro vou encarar em breve o segundo volume.
O personagem principal, Miyamoto Musashi, assim como alguns outros, é verídicos e acredita-se que viveu 1584 e 1645. O cara foi realmente um grande [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje eu terminei de ler o primeiro volume (921 páginas) do livro <em>Musashi</em> de Eiji Yoshikawa. Embora tenha uma série de restrições sobre o livro vou encarar em breve o segundo volume.</p>
<p>O personagem principal, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Miyamoto_Musashi">Miyamoto Musashi</a>, assim como alguns outros, é verídicos e acredita-se que viveu 1584 e 1645. O cara foi realmente um grande samurai e a ele se atribui a autoria de um tratado de artes marciais chamado <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Livro_dos_Cinco_An%C3%A9is">O Livro dos Cinco Anéis</a>.</p>
<p>A história de um samurai lendário, um dos heróis nacionais do Japão, é contada por Eiji em uma narrativa que não deixa nada a desejar para nenhuma <em>Usurpadora</em> ou <em>Maria do Bairro</em>. Talvez o fato de o livro ter sido inicialmente escrito como um folhetim para o jornal Asahi Shinbum possa ter alguma influencia no estilo ciclico e arrastado do texto que faz com que os vinte minutos que antecedem um duelo durem cinquenta páginas, enquanto o duelo em si não completa uma.</p>
<p>Inumeras vezes o autor narra um fato com uma descrição vaga dos personagens envolvidos para terminar o paragrafo dramáticamente: &#8220;Este homem era Musashi&#8221; ou &#8220;A jovem era Otsu&#8221;. Incansáveis referencias ao ar adolescente de Sasaki Kojiro ou à calma dos aciões. </p>
<p>Ainda assim gosto da história do guerreiro que está numa batalha interna entre o amor e o caminho do aperfeiçoamento pessoal (o caminho da espada). Transportando para minha vida, sempre tive esse tipo de ambigüidade entre ser uma pessoa mais racional ou emotiva (racional venceu a maior parte das vezes!).</p>
<p>Então embora tenha problemas com o estilo da escrita eu vou sim encarar o segundo volume e recomendo o livro pra quem se interessa por assuntos japoneses ou gosta de uma boa estória de amor e guerra.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>de volta ao blog</title>
		<link>http://www.gravem.net/all/de-volta-ao-blog</link>
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		<pubDate>Sun, 05 Aug 2007 23:46:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Gravem</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Inutilia]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de um tempo resolvendo pendengas off-line estou devolta ao blog!
Algumas mudanças desde a última vez que bloguei. O layout é o mais evidente mas agora não vou me ater a escrever só sobre tecnologia e desenvolvimento. Meio que inspirado no blog recém lançado da Gabi eu resolvi ter um blog com assuntos mais variados, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de um tempo resolvendo pendengas off-line estou devolta ao blog!</p>
<p>Algumas mudanças desde a última vez que bloguei. O layout é o mais evidente mas agora não vou me ater a escrever só sobre tecnologia e desenvolvimento. Meio que inspirado no blog recém lançado da <a href="http://roehrs.wordpress.com">Gabi</a> eu resolvi ter um blog com assuntos mais variados, demonstrando a complexidade do meu ser <img src='http://www.gravem.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Então quem resolver acompanhar o blog pode esperar ler sobre arte, cultura, alguns assuntos que só seriam discutidos em botecos, memes e até algum post do estilo &#8220;querido diário&#8230;&#8221;, tá bom, poupo vocês do último, mas o resto tá valendo.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Eu não quero um Mac</title>
		<link>http://www.gravem.net/all/eu-nao-quero-um-mac</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Jun 2007 18:44:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Gravem</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[apple]]></category>

		<category><![CDATA[kde]]></category>

		<category><![CDATA[linux]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando vi os vídeos demonstrando o Leopard, meu primeiro pensamento foi: &#8220;Eu preciso de um Mac!&#8221;. Depois voltei, meio triste, para o mundo real, com meu Gentoo (tudo bem, triste foi exagero) e passei a prestar atenção, procurando em que o novo Mac OS X poderia mudar minha vida.
Apesar de ser esteticamente perfeito, o Leopard [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando vi os vídeos demonstrando o <a HREF="http://www.apple.com/macosx/leopard/">Leopard</a>, meu primeiro pensamento foi: &#8220;Eu preciso de um Mac!&#8221;. Depois voltei, meio triste, para o mundo real, com meu <a HREF="http://www.gentoo.org/">Gentoo</a> (tudo bem, triste foi exagero) e passei a prestar atenção, procurando em que o novo Mac OS X poderia mudar minha vida.</p>
<p>Apesar de ser esteticamente perfeito, o Leopard apresenta poucas novidades funcionais para um usuário KDE ou GNOME. Múltiplas áreas de trabalho, preview de vários formatos de arquivos, stacks, &#8230; Tudo isso eu já tenho!</p>
<p>Além disso eu estou muito apegado a algumas aplicações como o Amarok que eu considero superior ao iTunes (na verdade considero o melhor player que eu já usei).</p>
<p>Admiro o trabalho do pessoal da Apple, mas acho que com um PC de valor equivalente e o Gentoo eu consigo um rendimento até superior ao de um Mac.</p>
<p>Esse post foi só pra deixar claro que o mito de que todo usuário linux só usa linux porque não tem dinheiro para comprar um Mac é falso!!</p>
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		<title>Senso comum não é igual a bom senso</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Jun 2007 19:59:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Gravem</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[opensource]]></category>

		<category><![CDATA[linux]]></category>

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		<description><![CDATA[No início desse mês, tomou posse como presidente da SERPRO o organizador do FISL 1.0, Marcos Mazoni, que pretende insentivar o uso de Software Livre, incluindo desktops Linux, nos computadores do governo federal.
Esse tipo de atitude pró Software Livre tem sido sempre criticada com argumentos,  geralmente fracos, apoiados em um senso comum de que &#8220;PC deve rodar Windows&#8221;. Esse senso comum é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No início desse mês, tomou posse como presidente da SERPRO o organizador do FISL 1.0, Marcos Mazoni, que pretende insentivar o uso de Software Livre, incluindo desktops Linux, nos computadores do governo federal.</p>
<p>Esse tipo de atitude pró Software Livre tem sido sempre criticada com argumentos,  geralmente fracos, apoiados em um senso comum de que &#8220;PC deve rodar Windows&#8221;. Esse senso comum é o que deixa boa parte dos usuários com medo de como seria um computador com outra coisa que não fosse Windows, não é medo do Linux, mas sim o medo de perder o Windows.</p>
<p>Várias empresas já vendem PCs com Linux  mas na hora da venda, antes que alguem pergunte, avisam:  &#8220;pode instalar Windows depois&#8221;. Não imagino um vendedor de Mac dizendo: &#8220;Compra esse MacBook Pro porque tu pode rodar o Vista nele melhor que em um PC&#8221;. É completamente aceitável que quem compre um Mac use o Mac OS X mas não parece certo para a opinião pública usar um PC com outra coisa além de Windows.</p>
<p>Se apenas usar já não parece certo, incentivar o abandono, onde for possível, de uma plataforma proprietária soa como uma heresia ao senso comum, ou um ato subversivo.  Quando se fala em informatização, sem especificação de plataforma, é assumido que vai ser usar a plataforma proprietária, e ninguém se levanta contra esse tipo de incentivo. É muito bom quando o governo anuncia informatização de escolas, hospitais, etc &#8230; desde que a plataforma escolhida não seja livre! Isso é absurdo!</p>
<p>O bom senso difere muito do senso comum nesse caso. O bom senso diz que o governo deve fomentar, sempre que possível, o crescimento de pequenas empresas e de empresas nacionais. Ao invés disso o senso comum insiste que o caminho seguro é investir em licensas de software de mega-empresas multinacionais!</p>
<p>A opção por SL libera o governo da dependencia de uma ou mais companhias internacionais, gera empregos direta e indiretamente além de impulsionar a industria tecnologica nacional. Empresas como a Metasys que tem sua distribuição baseada no OpenSuSe e gera negócios, impostos e empregos em Minas Gerais.</p>
<p>Não quero discutir política partidária, não apoio o governo como um todo e não votei no Lula. A questão aqui é exatamente o que diz o título: Senso comum não é bom senso, e o primeiro nunca é o melhor para apoiar uma opinião!</p>
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		<title>Blocos para limpar templates</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Jun 2007 01:10:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Gravem</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[ruby]]></category>

		<category><![CDATA[rails]]></category>

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		<description><![CDATA[O PHP tem muitas ferramentas de template e várias delas trabalham com o conceito de blocos. Um bloco é um pedaço de código HTML que deve ser apresentado somente sob determinadas circunstancias. Por exemplo, quando um menu de edição deve ser exibido apenas para os administradores de um blog.
Estou acostumado a utilizar este tipo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O PHP tem muitas ferramentas de template e várias delas trabalham com o conceito de blocos. Um bloco é um pedaço de código HTML que deve ser apresentado somente sob determinadas circunstancias. Por exemplo, quando um menu de edição deve ser exibido apenas para os administradores de um blog.</p>
<p>Estou acostumado a utilizar este tipo de recurso quando trabalho com PHP e até pouco tempo sentia falta dele no Rails. É claro que eu poderia colocar a lógica de exibição diretamente no template<br />
[ruby]<br />
< % if current_user.admin? %><br />
< %= link_to "Editar", article_url(:action =&gt; 'edit', :id =&gt; @article.id) %><br />
< % end %><br />
[/ruby]<br />
mas este código é feio e deixa a lógica de negócios engessada, adicionado dificuldade para a manutenção.</p>
<p>Já que Ruby tem nativamente suporte a blocos, faz sentido que o mesmo conceito que eu costumo aplicar nos templates PHP possam ser aplicados ao Rails, e de fato podem.</p>
<p>O template fica bem parecido, mas agora a lógica fica escondida no controller ou em um helper<br />
[ruby]<br />
< % editbar do %><br />
< %= link_to "Editar", article_url(:action =&gt; 'edit', :id =&gt; @article.id) %><br />
< % end %><br />
[/ruby]</p>
<p>O método que faz este template funcionar revela algumas manhas de como manipular blocos em Ruby<br />
[ruby]<br />
def editbar(&amp;block)<br />
  if current_user.admin?<br />
    concat content_tag(:div, capture(&amp;block), :class =&gt; &#8216;editbar&#8217;), block.binding<br />
  end<br />
end<br />
[/ruby]</p>
<p>O que pode ser novidade na implementação são os métodos <em>capture</em> e <em>concat</em>. O <em>capture</em> deve ser utilizado para que o conteudo passado para o bloco seja &#8220;capturado&#8221; e utilizado na montagem da div ao invés de ser lançado diretamente para a view, mas . Já o <em>concat</em> serve para concatenar o resultado do bloco ao conteudo da view.</p>
]]></content:encoded>
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	</channel>
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